
Montanhas da lua de Uganda
Pico margherita 5109m, Monte Speke 4890m + Safári de Gorilas e de chimpanzés
O Monte Rwenzori é um maciço montanhoso localizado na fronteira entre Uganda e República Democrática do Congo, em meio a uma densa e rica floresta equatorial. Sua paisagem lembra a nossa floresta Amazônica, porém com elementos totalmente diferenciados que só existem na África.
A distinção paisagística da região começa pelo fato de que o Margherita Peak, que iremos escalar, é a terceira montanha mais alta da África. Mas ao contrário do Kilimanjaro e do Monte Kenya, nesta montanha precisamos caminhar sobre o gelo. O Margherita Peak não é um vulcão e por sua paisagem ímpar, ele ganhou o apelido dos exploradores John Hanning Speke e Richard Francis Burton de “Montanhas da Lua”, quando a combinação de rocha, gelo e a cobertura vegetal dos campos de altitude os impressionou.
Durante a ascensão, iniciaremos a caminhada sob uma densa floresta que, ao longo da subida, vai se tornando mais baixa devido ao gradiente vegetacional. Em uma média altitude, predominam prados, onde vivem as belas Lobélias e os Senecios, até chegarmos aos glaciares.
Além da geografia deste maciço ser de grande beleza, a montanha desperta ainda mais o interesse pelo fato de que, na parte baixa destas montanhas, em meio às florestas equatoriais, vive o maior primata do planeta, o belo, encantador e ameaçado gorila, o que torna a viagem e a aventura ainda mais atraente.
História do Rwenzori
Historicamente, desde a época ptolomaica do Egito antigo, acreditava-se que o Rwenzori era o local da nascente do rio Nilo, e de fato, no maciço estão as nascentes de vários rios que alimentam o Lago Vitória, considerado por muitos como a nascente do grande rio.
As explorações europeias, no entanto, só aconteceram no século XIX, com a presença de exploradores como Samuel Baker e Henry Stanley, que hoje são homenageados com nomes de alguns picos. O mais alto do maciço, o Pico Margherita, recebeu este nome em homenagem à rainha Margherita de Sabóia da Itália, feita pelo Duque de Abruzzi, o mesmo explorador do K2 no Paquistão (essa rainha também foi homenageada pela pizza Margherita).
Não podemos esquecer da presença do Sir Richard Burton, explorador das nascentes do Nilo, e de seu parceiro John Hanning Speke, que deu nome ao segundo pico mais alto do maciço, que também iremos escalar. Burton tem uma história interessante, pois, após explorar a África, foi representar o império britânico no Brasil e é dele o projeto para a construção dos canais da cidade de Santos, em São Paulo.
Por que escalar as Montanhas da Lua?
Nosso roteiro é muito mais do que apenas uma viagem de escalada. Iremos escalar duas montanhas: o Pico Margherita e o Monte Speke. Além disso, a viagem como um todo é um mergulho na paisagem e na cultura de um dos países mais interessantes da África Ocidental. Uganda, como vimos nesta breve introdução, é cheia de histórias de exploração e remete a episódios da história do montanhismo e do Brasil.
Como parte de nosso compromisso de oferecer mais do que uma escalada e uma aventura na montanha, complementamos nossa viagem com um safári dos primatas, onde teremos uma experiência em ambiente natural, no meio da floresta do Congo com gorilas e também com chimpanzés em uma ilha no meio do lago Vitória. Tudo com segurança e a qualidade da Soul Outdoor.
Para quem é a expedição Montanhas da Lua da África + Safári de Gorilas?
Esta expedição é para todos que possuem a alma aventureira e amam conhecer lugares diferentes. No entanto é preciso estar em condições físicas e dispostos a enfrentar o desafio de escalar uma montanha equatorial, onde o clima é chuvoso, a trilha é bastante molhada e lamacenta, e no final é necessário encarar uma ascensão no gelo. Mesmo com pouca inclinação, para percorrer esse glaciar, é necessário estarmos encordoados e usar crampons.
Esta viagem também é interessante para quem já escalou o Kilimanjaro, fez um safári na savana da Tanzânia e gostaria de uma segunda experiência de montanhismo no continente africano. Porém, desta vez, em uma montanha com paisagem diferente e com a adição técnica de caminhar sobre o gelo, além de chegar a dois cumes em uma mesma expedição.
Este roteiro não é considerado difícil, sendo recomendado para pessoas de todas as idades.






_female_2.jpg)

REQUISITOS

DIFICULDADE DO
TREKKING

EXPERIÊNCIA EM
ALTITUDE

PREPARAÇÃO
CARDIOVASCULAR

DIFICULDADE
TÉCNICA
Qual é o aeroporto que eu preciso chegar para realizar esta expedição? Você deverá chegar no aeroporto de Entebbe (sigla IATA EBB). Para chegar lá, há várias opções: via Addis Abeba, pela Ethiopian; via Doha, pela Qatar Airways; via Dubai, pela Emirates e Fly Dubai; ou pela Europa, com várias conexões.
Para entrar em Uganda, é necessário visto? Sim. O processo é feito online pelo site:
https://visas.immigration.go.ug/
Para aplicar o visto você precisará:
Foto de seu rosto. A foto deve ter sido tirada há pouco tempo, com fundo branco, rosto centralizado e expressões neutra, sem óculos, chapéu e outros ornamentos.
Certificado internacional de Febre Amarela
Passagem ida e volta
Foto da página de identificação de seu passaporte
O custo é de 50 USD e você deverá fazer com certa antecedência. No formulário há questionamentos sobre hotel e agencia que estará realizando a viagem, além de um contato em Uganda. A Soul te auxiliará a preencher estas questões.
Preciso de vacinas para entrar em Uganda?
Sim. A vacina obrigatória é a de febre amarela. Entretanto, não se esqueça de que seu certificado precisa ser o internacional, que pode ser obtido pelo site https://www.gov.br/pt-br/servicos/obter-o-certificado-internacional-de-vacinacao-e-profilaxia.
Vacinas Altamente Recomendadas:
Hepatite A: Protege contra a hepatite A, uma infecção viral do fígado transmitida pela ingestão de água ou alimentos contaminados.
Tifo: Protege contra a febre tifoide, uma doença bacteriana transmitida por alimentos ou água contaminada.
Meningite: Protege contra a meningite meningocócica, uma infecção bacteriana que pode causar inflamação das meninges, as membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal.
Raiva: Recomendada para viajantes que planejam atividades ao ar livre, como trilhas e safáris, onde o contato com animais selvagens é mais provável.
Hepatite B: Recomendada para viajantes que planejam longas estadas ou atividades que envolvam contato com sangue ou produtos sanguíneos.
Outras Vacinas a Considerar:
Difteria, tétano e coqueluche (DTP): É importante verificar se a sua vacinação está em dia.
Varicela: Se você nunca teve varicela ou não foi vacinado, pode ser recomendada.
Gripe: A vacina contra a gripe é recomendada anualmente, principalmente para viagens em determinadas épocas do ano.
Qual é a dificuldade deste roteiro?
A escalada das montanhas Rwenzori, especialmente do Monte Stanley e Speke, é uma empreitada que exige preparo físico e mental considerável. A combinação de altitude, clima imprevisível e terreno desafiador torna essa aventura uma das mais exigentes da África.
Principais Dificuldades:
Altitude: A altitude elevada pode causar mal da altitude, com sintomas como dor de cabeça, náuseas, tontura e falta de ar. A aclimatação é crucial para evitar esses problemas e garantir um bom desempenho durante a escalada.
Clima Imprevisível: O clima nas montanhas Rwenzori é bastante instável, com chuvas frequentes, neblina e ventos fortes. As condições climáticas podem mudar rapidamente, exigindo equipamentos adequados e flexibilidade dos escaladores.
Terreno Acidentado: As trilhas são íngremes, com seções rochosas e lamacentas. A combinação de altitude e terreno dificulta a caminhada, exigindo um bom condicionamento físico e técnica de escalada.
Vegetação Densa: Em altitudes mais baixas, a vegetação é densa e pode dificultar a progressão. À medida que se ganha altitude, a vegetação se torna mais esparsa, dando lugar a campos de altitude e áreas rochosas.
Gelo e Neve: Nas partes mais altas das montanhas, é comum encontrar gelo e neve, o que exige o uso de equipamentos específicos, como crampons e piolets.
Isolamento: As montanhas Rwenzori são relativamente remotas, e os acampamentos estão localizados em áreas isoladas. Em caso de emergência, o resgate pode ser difícil e demorado.
Outras Considerações:
Condição Física: É fundamental ter um bom condicionamento físico para suportar as longas caminhadas em alta altitude.
Experiência em montanhismo: Experiência em montanhismo é altamente recomendada, especialmente em ascensões de vários dias e altitude moderada.
Equipamento Adequado: É essencial ter o equipamento adequado, como roupas quentes e impermeáveis, botas de montanhismo, crampons, piolets, mochila, saco de dormir e bastões de caminhada.
Que tipo de trilha iremos enfrentar na montanha?
As trilhas apresentam uma variedade de terrenos, desde florestas densas e úmidas até campos alpinos e áreas rochosas. É comum encontrar seções com lama, raízes e pedras, o que exige atenção e cuidado ao caminhar. As trilhas são geralmente íngremes, com subidas e descidas constantes. A altitude elevada exige um esforço físico maior, e a aclimatação é fundamental para evitar o mal da altitude. A vegetação varia de acordo com a altitude. Nas partes mais baixas, a floresta é densa e exuberante, com diversas espécies de árvores e plantas. À medida que se ganha altitude, a vegetação se torna mais esparsa, dando lugar a campos alpinos e áreas rochosas.
Nunca fui para a África, posso ir para esta expedição?
Sim. Consideramos esta expedição como sendo uma segunda viagem para quem já foi ao Kilimanjaro, por considerar este outro roteiro bastante clássico e introdutório. Entretanto, é possível participar sem ter ido antes ao Kili, mas você precisa estar em boas condições físicas.
Como funciona o transfer na chegada no aeroporto?
Na chegada do aeroporto em Uganda, haverá um motorista com a plaquinha da Soul que vai te receber e levar no Hotel.
Quando eu for para a montanha, há algum lugar para eu deixar parte das minhas bagagens?
Sim, você poderá deixar no Hotel antes da ascensão às montanhas de Rwenzori.
Qual é a dificuldade deste roteiro?
As dificuldades serão as caminhadas, que não são tão longas, o clima chuvoso e o piso enlameado após as chuvas, o calor quando não chove, a umidade e o trânsito em geleira, aonde você precisará caminhar sobre o gelo com crampon e encordoado.
Qual é a experiência que eu preciso ter neste roteiro?
Este roteiro requer ter realizado trekkings longos em locais chuvosos, como o Monte Roraima. Ele foi pensado como uma segunda experiência para quem já foi para a África e fez o Kilimanjaro. Se este for seu caso, a dificuldade é semelhante, com a diferença que em Uganda dormimos em refúgios, enquanto que no Kili dormimos em barracas. Neste sentido Uganda é mais fácil, porém, neste roteiro, vamos caminhar sobre o gelo usando crampons e cordas, o que é algo que não há no Kilimanjaro. Entretanto, o nível de dificuldade desta ascensão em geleira é considerado fácil e se você nunca teve uma experiência prévia em transito em glaciar, lá é um bom local para começar. Em resumo, exige auto conhecimento e se você já fez Roraima ou Kilimanjaro, será uma ótima pedida.
Que equipamentos preciso ter para realizar este roteiro?
Para as Montanhas Rwenzori é necessário ter bons equipamentos normais de trekking. Todos estes equipamentos podem ser aproveitados de nossos trekkings que realizamos no Brasil, como botas de trekking (usados na aproximação), calça de trekking, bastões de caminhada, roupas de segunda pele, gorro, mochila, saco de dormir, lanterna de cabeça, meias de trekking e principalmente roupas impermeáveis, camada que deve ser duplicada com um poncho (atenção neste item, extrema importância!). O ideal é que sejam equipamentos de qualidade, que aguentem o rigor da trilha.
O Check list é o mesmo do Kilimanjaro, com exceção que não precisaremos de isolante térmico, pois dormiremos em refúgios.
Posso alugar equipamentos para fazer este roteiro?
Não há locais para alugar equipamentos. Porém a boa novidade é que você poderá comprar equipamentos novos e de qualidade, com um desconto especial por ser cliente Soul Outdoor na loja AltaMontanha. Fale com nosso atendente para você ser cadastrado e obter este desconto.
Como é o clima no local deste roteiro?
As Montanhas Rwenzori, conhecidas como as "Montanhas da Lua", apresentam um clima bastante particular, influenciado pela sua altitude e localização geográfica. A combinação de fatores climáticos torna essa região um verdadeiro paraíso para os amantes da natureza, mas também exige cuidados especiais dos montanhistas.
Características do Clima:
Umidade Constante: As Rwenzori são extremamente úmidas, com chuvas frequentes ao longo do ano. A umidade constante contribui para a formação de nuvens baixas que frequentemente envolvem os picos mais altos, criando um cenário mágico e misterioso.
Variação Altitudinal: O clima nas Rwenzori varia significativamente de acordo com a altitude. Nas partes mais baixas, o clima é mais quente e úmido, com florestas tropicais exuberantes. À medida que se ganha altitude, as temperaturas diminuem e as precipitações aumentam, dando lugar a campos alpinos e áreas rochosas.
Nevoeiro e Chuva: A neblina é um fenômeno comum nas Rwenzori, especialmente nas partes mais altas. A chuva pode cair a qualquer hora do dia, tornando essencial estar sempre preparado com roupas impermeáveis.
Vento: Os ventos nas Rwenzori podem ser fortes, especialmente nas áreas expostas. É importante considerar o fator vento ao escolher a roupa e os equipamentos adequados.
Quais temperaturas irei enfrentar na expedição?
As temperaturas nas Montanhas Rwenzori variam significativamente dependendo da altitude, da época do ano e das condições climáticas momentâneas. É fundamental lembrar que o clima nas Rwenzori é bastante imprevisível, com mudanças rápidas e frequentes.
Em geral, podemos esperar:
Nas partes mais baixas: As temperaturas são mais amenas, com médias diurnas em torno de 15°C a 20°C. No entanto, à noite, pode fazer bastante frio, especialmente durante a estação chuvosa.
Nas altitudes intermediárias: As temperaturas caem significativamente, com médias diurnas em torno de 10°C a 15°C. À noite, as temperaturas podem chegar a 0°C ou abaixo de 0°C.
Nos cumes (Pico Margherita e Speke): As temperaturas são extremamente baixas, com médias diurnas em torno de 0°C a 5°C e mínimas abaixo de 0°C. É comum encontrar neve e gelo nesses picos, mesmo durante a estação seca.
Que mochila preciso ter para fazer este roteiro?
No trekking você precisará apenas de uma mochila de ataque de cerca de 30 litros. Nesta mochila você carregará seus itens pessoais de uso diário, como uma jaqueta, protetor solar, documentos, água e lanche. Os demais equipamentos, como sacos de dormir e roupas serão transportados pelos porters em duffel bags.
Como funciona a questão dos porters no Rwnenzori?
Os porters são os carregadores no Rwenzori. Eles irão carregar seu duffel bag com suas roupas, itens de higiene pessoal e saco de dormir. Todo dia pela manhã você irá montar seu duffel com tudo aquilo que não precisará usar na trilha e os porters irão carregar para você para que você recupere no fim do dia no próximo acampamento. Você tem direito a carregar até 15 kg com os porters. Seu equipamento deverá ser acomodado em Duffel bag dentro de sacos estanque para não molharem.
Preciso levar barracas e equipamentos de cozinha para este roteiro?
Não precisa. Iremos dormir em refúgios e nosso cozinheiro irá se encarregar de fornecer alimentação. Pratos e talheres estão incluídos e não precisa ser levado.
Como serão os pernoites neste roteiro?
Os pernoites serão realizados em refúgios, o que faz deste roteiro mais confortável.
Como são os banheiros neste roteiro?
Há banheiros nos refúgios
Tem energia elétrica neste roteiro?
Não, leve seu power bank.
Há como tomar banho na montanha?
Em alguns refúgios sim.
Como é a comunicação no roteiro?
Para a cidade, faça um plano de roaming internacional com sua empresa de telefonia. Outra opção é comprar um chip virtual através do app Airello ou semelhantes. Vamos levar um starlink e comunicador satelital via Inreach.
Se eu estiver no meio da expedição e eu tiver que desistir, como faço?
Se você desistir, deverá arcar com os custos de descer da montanha. Contratando um guia individual e pagando pelos transportes e hospedagem.
Que tipo de comida vocês servem na montanha?
Nós nos esforçamos a servir sempre boas refeições, levando alimentos frescos e saudáveis, o que é um desafio logístico enorme. Servimos comidas com carnes, verduras e legumes frescos, além de frutas e sobremesas. Todas as refeições são bem servidas e bem elaboradas.
Tenho restrições alimentares, o que eu faço?
Não há problemas, estamos acostumados a servir bem a todos, sempre adaptando as refeições às necessidades de nossos clientes. Entretanto é importante que você descreva suas restrições na ficha de inscrição.
Possuo alguns problemas de saúde, posso fazer este roteiro?
Depende de que problema de saúde você tem. Em altitudes elevadas como neste trekking requer uma boa aclimatação. É importante que você converse com seu médico antes de ir, para que ele te oriente e te dê o aval para submeter-se a um ambiente tão extremo. Lembre-se de nos enviar um atestado médico e ser claro sobre seu estado de saúde.
Preciso de seguro de resgate nesta montanha?
É sempre melhor! Um seguro de resgate é diferente de um seguro de viagens. Neste tipo de seguro você terá coberto os gastos da remoção em um lugar de difícil acesso difícil. Esta remoção poderá ser de acordo com os recursos disponíveis, que na melhor das hipóteses pode ser um helicóptero e na pior por terra através de maca com muita gente trabalhando e te carregando. Em ambas situações o custo é elevado e um seguro de viagem não cobre. Converse com nossa equipe para que eles te indiquem qual é o melhor seguro de resgate a contratar no momento e saiba que, se você não tiver um seguro destes e tiver que ser resgatado, este resgate poderá custar até 20 mil dólares!
Qual é a diferença entre um seguro de resgate e um seguro de viagens?
Um seguro de resgate vai cobrir os gastos para te remover de um local de difícil acesso. Como local de difícil acesso entendemos como locais onde uma pessoa precisa ser transportada por mais de 3 horas numa maca para chegar em uma ambulância ou veículo de apoio, ou seja, esta remoção vai exigir o emprego de uma equipe de resgatistas, equipamentos especiais e paramédico, às vezes até mesmo helicóptero.
Este serviço fora do Brasil não é gratuito e é feito por particulares, por isso custa caro e seguros normais não cobrem. Entre em contato com nossa equipe para que eles te indiquem um seguro de resgate em montanha.
Já os seguros normais de viagens são aqueles que cobrem gastos com médico, hospitais, retorno para casa em caso de acidente e muitos também cobrem gastos com bagagem extraviada, etc. Muita gente usa o seguro de viagem que são oferecidos pelas empresas de cartão de crédito. Ter seguro de viagem e seguro de resgate te deixa super protegido em expedições de trekking e montanhismo e ambas são recomendadas.
O que são remédios da classe dos Benz0diazepín1cos? Por que eles não podem ser tomados em altitude?
Os Benz0diazepín1cos são remédios usados para tratar ansiedade, depressão e alguns até para dormir ou relaxar a musculatura (os mais famosos são o V@l1um, Riv0tr1l, Z0lp1dem, Cl0n@zepam). Eles funcionam deprimindo seu sistema respiratório, o que é perigoso em altitudes elevadas, pois eles impedem e até pioram sua aclimatação. Quem toma este tipo de remédio precisa falar com seu médico com antecedência para que, nos dias da expedição, o uso deles seja suspenso. Isso é muito importante, pois sem aclimatar, você não irá conseguir fazer cume, ou irá passar muito mal, tendo enjoos, vômitos, dores de cabeça e até ter edemas cerebrais e pulmonar que levam a morte.
Como é feita a aclimatação na expedição?
Em nossos roteiros planejamos o dia a dia respeitando os limites do corpo para realizar uma aclimatação progressiva. Todos os dias medimos sua saturação e avaliamos os sintomas do mal de altitude, para que ninguém fique gravemente acometido do mal agudo de montanha. Evidentemente que aclimatar é um processo individual e há sempre pessoas que sofrem mais ou menos e nosso acompanhamento diário evita que, se você é das pessoas que têm dificuldade em aclimatar, sofra algo grave.
Que outros medicamentos não posso usar em altitude?
Além dos Benz0diazepín1cos, você não pode usar relaxantes musculares (usados para dor muscular) e vasoconstritores (usados contra sintomas de resfriado).
Vocês recomendam o uso de D1am0x?
A Acetaz0lam1da, que é o nome não comercial do D1am0x é um dos poucos fármacos que tem em sua bula recomendações de uso em altitude. Através de pesquisas e observações científicas comprovou sua eficácia em melhorar a saturação de pacientes acometidos do mal agudo de montanha. Na bula do D1am0x recomenda-se o uso profilático, dois dias antes de chegar na altitude, tomar 125mg de D1am0x a cada 12 horas e continuar tomando a mesma dose até o término da expedição.
Seguindo as recomendações à risca, pudemos perceber que os clientes que passaram a tomar D1am0x tiveram uma aclimatação melhor e menos sofrida e desta forma recomendamos seu uso, mas não obrigamos.
Como realizamos uma avaliação diárias de nossos clientes, controlamos também a quantidade de água ingerida pelos mesmos, que é fator determinante para que a estratégia de uso de D1am0x seja positiva. Quem usa este medicamento precisa estar sempre bem hidratado.
Se você optar pelo uso de D1am0x, por favor não esqueça de indicar em sua ficha de inscrição todos os remédios que toma, pois como qualquer fármaco, o Diamox não pode ser misturado com certos tipos de medicamentos.
Como realizamos uma avaliação diárias de nossos clientes, controlamos também a quantidade de água ingerida pelos mesmos, que é fator determinante para que a estratégia de uso de Diamox seja positiva. Quem usa Diamox precisa estar sempre bem hidratado.
Se você optar pelo uso de Diamox, por favor não esqueça de indicar em sua ficha de inscrição todos os remédios que toma, pois como qualquer fármaco, o Diamox não pode ser misturado com certos tipos de medicamentos.
Quanto mais terei de custos extras?
Como em nossas expedições temos muitos serviços inclusos, você não precisará ter muitos gastos a mais. Sugiro que leia com atenção os itens que estão incluídos em nosso pacote. Em geral, os gastos extras são de restaurantes nas cidades bases de nossos roteiros, aluguel de equipamentos e compras pessoais. Também sugerimos gorjetas aos guias e cozinheiros. Veja na aba “investimento” no descritivo do roteiro os valores atualizados médios dos custos extras desta expedição.
Qual é o diferencial da Soul Outdoor?
Nós da Soul Outdoor vivemos do montanhismo e para o montanhismo. Trabalhamos com montanhismo porque subir montanhas é o que mais gostamos de fazer. Temos prazer em levar pessoas que gostam de montanha para sentir o que sentimos e quando estamos de férias, estamos escalando outras montanhas também.
Passamos o ano todo viajando o mundo guiando e escalando e quando voltamos as montanhas onde trabalhamos, já estamos com saudades, nunca enjoamos dos roteiros que oferecemos, pois não somos pessoas que repetem as mesmas montanhas de maneira massiva e monótona.
Todos nossos guias são pessoas que amam o que fazem, pessoas que se destacam no meio, produzem conteúdo e fazem trabalhos voluntários nas montanhas, fortalecendo nosso meio e nossa cultura.
Venha experimentar a escalada de uma montanha com a gente!
Dia 1: Chegada e Traslado ao Hotel em Entebbe.
Não importa a hora que você chegar ao aeroporto internacional de Entebbe, você será recebido por guias motoristas e será levado para um hotel na cidade de Entebbe.
Incluso: Transfer do Aeroporto até o Hotel, Hotel com café da manhã.
Dia 2: Traslado à Montanha Rwenzori
Acordaremos cedo e tomaremos um delicioso café da manhã antes de pegar a estrada para as montanhas Rwenzori. A viagem dura cerca de 8 horas, mas é incrivelmente cênica – passando por vilas, campos verdejantes e colinas com plantações de chá e café que caracterizam esta parte de Uganda. A bela paisagem irá surpreendê-lo por todo o caminho. Faremos uma parada para almoçar e seguiremos até nosso destino. Ficaremos acomodados em Guest Houses (locais para hospedagem que oferecem uma experiência mais personalizada e acolhedora do que os hotéis tradicionais).
Incluso: Transporte, acomodação em Guest Houses, Café da Manhã.
Dia 3: Traslado para Nyakalengija (1615m) e caminhada até Nyabitaba
Hut (2651m).
Neste dia, após o café da manhã você conhecerá todos os guias e verificaremos os seus equipamentos. Em seguida iremos todos juntos até a sede da Autoridade de Vida Selvagem de Uganda/portão Rwenzori. Lá receberemos algumas instruções e realizaremos um registro antes de iniciar a caminhada.
Depois disso, começaremos a caminhada passando por terras agrícolas até o limite do parque, que segue ao longo do Rio Mubuku. Passaremos pelo rio Mahoma antes de iniciar uma longa subida íngreme até chegar as cabanas Nyabitaba (2651m)
.
Este é um percurso belíssimo que passa por pastagens, florestas de Montana e urze (florestas tropicais). Durante o trajeto é possível avistar o Portal Peak, bem como ouvir ou ver chamados de chimpanzés, macacos pretos e brancos de Colombo, macacos azuis, o brilhante pássaro Turaco Rwenzori e diferentes camaleões. Além dessas belezas, passaremos por diferentes rios e cachoeiras até chegar a Nyabitaba.
Duração da caminhada: 5 a 6 horas. Elevação: 1.036 m
Incluso: Transporte, permissões para caminhada, alimentação e noite em Nyabitaba.
Dia 4: Caminhada até as cabanas John Matte (3505m).
De Nyabitaba, seguiremos a trilha que desce pela floresta até a ponte Kurt Shafer logo abaixo da confluência dos rios Mubuku e Bujuku. Durante essa caminhada poderemos avistar o Monte Stanley e o Monte Speke. Nesse dia chegaremos as cabanas do John Matte para jantar e pernoitar no chalé.
Duração da caminhada: 7 a 8 horas. Altura de elevação: 854 m
Incluso: Alimentação e pernoite em John Matte
Dia 5: Caminhada até as Cabanas Bujuku (3962m)
Das cabanas John Matte, a trilha desce para cruzar o Rio Bujuku e entra no Lower Bigo Bog, o lar das lobelias gigantes. A dificuldade desse dia será atravessar o pântano, e normalmente não conseguimos nem sujar os pés. No entanto após vencermos esse obstáculo chegaremos ao Lago Bujuku, com vistas do Monte Baker ao sul e Monte Stanley ao oeste.
As cabanas de Bujuku estão localizadas na sombra do Monte Baker e Monte Speke, em um vale estreito abaixo do Passo Stuhlmann. Dormir nesse acampamento será importante para nossa aclimatação antes de escalar o Monte Speke.
Duração da caminhada: 4 a 5 horas. Altura de elevação: 457 m
Incluso: Alimentação e pernoite em Bujuku.
Dia 6: Cume do Monte Speke 4890m (pico Victoria Emanuelle)
Acordaremos antes do sol nascer tomaremos um café da manhã reforçado e iremos iniciar a escalada do Monte Speke de 4890m. A previsão de chegada no cume é por volta das 9 horas da manhã. Poderemos curtir o visual e descer a tempo de almoçar em Bujuku.
Após o almoço, descansaremos e, se o tempo permitir à noite, faremos uma caminhada pela natureza para explorar mais da beleza das montanhas Rwenzori.
Incluso: Alimentação e pernoite em Bujuku.
Dia 7: Caminhada até as Cabana Elena (4541)m
Saindo de Bujuku, iremos passar por mais pântanos e depois subir encostas íngremes a oeste do lago, passaremos o passo Scot Eliot a 4372m. Passaremos a noite na cabana Elena, onde nos prepararemos para escalada do pico Margherita (5109)m.
Incluso: Alimentação e pernoite em Cabana Elena.
Dia 8: Cume do Pico Margherita (5109)m
Acordaremos cedo e iremos em direção à base da Geleira Stanley. De lá iniciaremos nossa escalada até o cume do Pico Margherita. Percorreremos vários trechos de geleira, com rochas escorregadias e exposição. Nossa equipe irá orientar você da melhor forma para que todos subam com segurança. Essa escalada leva em média de 5 a 7 horas. Após chegarmos ao cume e desfrutarmos de sua beleza, desceremos até o acampamento dos lagos Kitandara.
Incluso: Alimentação e pernoite na Cabana do lago Kitandara.
Dia 9: Caminhada até Guyeoman (3505m).
De Kitandara, iremos percorrer uma trilha até a base do monte Baker. Chegaremos a ao passo do Campo Fresco a 4280m. Neste ponto, poderemos ver o Congo a oeste e o Monte Stanley ao norte. Seguiremos em direção ao abrigo rochoso de Bujongolo, que foi o acampamento base da expedição histórica do Duque de Abruzzi em 1906. E depois seguiremos até Guyeoman.
Incluso: Alimentação e pernoite em Guyeoman.
Dia 10: Descida até Nyabitaba (2651m) – Mihunga Gate (1615m)
Saindo de Guyeoman, a rota desce os penhascos de Kichuchu cruza o Rio Mubuku duas vezes através de uma floresta de bambu até descer para Nyabitaba para completar nosso circuito. Mas seguiremos caminhando até o portão do parque antes de encerrar nossa escalada. Lá seremos recebidos pela comunidade com uma dança tradicional para celebrar nossa escalada às Montanhas Rwenzori e na sequencia iremos para o Parque Nacional Queen Elizabeth
Duração da descida: 6 a 7 horas
Incluso: Alimentação, transporte, pernoite em Lodge.
Dia 11 - Bwindi Impenetrable Forest National Park – rastreamento de Gorilas.
Deixaremos a montanha para encarar uma nova aventura, nesse dia iremos até o Bwindi Impenetrable Forest National Park onde é possível avistar a vida selvagem do local com animais ao longo da estrada, como elefantes, búfalos, formigueiros, javalis, hipopótamos, veados e se tivermos sorte, até mesmo leões escaladores de árvores e leopardos nas grandes figueiras. Dormiremos em um Lodge no meio da floresta.
Incluso: Alimentação, transporte, pernoite em Lodge.
Dia 12 - Rastreamento de gorilas.
Esse dia será dedicado para conhecermos as principais regiões habitadas pelos grandes primatas, os gorilas. Alguns guias especializados e rastreadores experientes irão acompanhar nosso grupo pela manhã em um trekking em meio a mata.
O esforço físico de caminhar em meio a vegetação é recompensado pela experiência de ver gorilas da montanha nos habitats naturais. É possível chegar bem perto desses animais que infelizmente estão ameaçados de extinção. Existem apenas 1065 exemplares dessa espécie na natureza o que torna essa experiência única.
Esta caminhada pode ser bastante cansativa e durar de 5 horas para mais. Mas após a atividade de rastreamento, pegaremos um transporte até o Lago
Bunyonyi com suas belas ilhas e diferentes atividades.
Incluso: Alimentação, transporte, pernoite em Lodge.
Dia 13 – Traslado para a cidade de Entebbe
Após um delicioso café da manhã, você iniciará sua jornada de volta para
Aeroporto Internacional de Entebbe ou capital de Kampala ou
Atravesse o equador e tenha tempo para aproveitar
fotos na linha do equador. Compre algumas lembranças e tenha um
almoço piquenique rápido. Em seguida, você seguirá para o seu hotel na cidade de Entebbe.
Incluído: Transporte e hotel.
Dia 14: Tour no santuário dos chimpanzés na ilha Ngamba, no Lago Vitória
e passeio de barco no Lago Vitória.
Neste dia você acordará às 6h30, tomará café da manhã e sairá para ver chimpanzés nas ilhas do Lago Vitória, você terá 2 horas de observação de chimpanzés, depois de observação de chimpanzés você pega um barco motorizado e leva você para almoçar antes de voltar para casa.
Se você estiver voando à noite, poderá optar pelo passeio no jardim botânico de Entebbe ou praia de areia branca ou passeio pela cidade de Entebbe e voe de volta para casa mais tarde à noite.
Incluído: Passeios na Ilha Ngamba, ingresso ao santuário de chimpanzés e hotel.
Dia 15: Retorno
Dia reservado para retornar para sua casa.
Incluído: Transfer aeroporto.
O investimento total da expedição é de USD 4.900 (desconto especial)
Para pagamento parcelado no cartão de crédito: 5.880
*Consulte a nossa política de cancelamento.
O que está incluso:
Presença do guia brasileiro Pedro Hauck;
3 clientes por guias;
1 noites de hotel em Entebbe (Uganda);
Transporte do aeroporto para o hotel e vice-versa;
Transporte até a montanha, ida e volta;
Água, chás e café nos acampamentos;
Refeições na montanha;
Transporte todo o equipamento coletivo da expedição;
Pernoites em cabanas;
Equipamentos técnicos (cordas, mosquetões e cadeirinhas)
Fogareiros, gás e todo o material de cozinha;
Carregadores (até 15kg);
Desconto e auxílio na aquisição de equipamentos novos na Loja Alta Montanha.
O que NÃO está Incluso:
Equipamentos pessoais de montanha;
Voo do Brasil para Uganda (Aeroporto EBB);
Visto na Uganda;
Devolução de dinheiro em caso de abandono;
Seguro de Viagem (Covid) + Seguro Resgate;
Carregadores de equipamento pessoal;
Almoços e jantares em Entebbe;
Reembolso em caso de perda de equipamento por roubo ou fenômenos climáticos;
Outros gastos:
USD 150 » Custo médio com refeições em Entebbe
USD 1900 » Custo médio de voo desde o Brasil
USD 50 » Visto de entrada na Uganda
USD 150 a 200 » Gorjetas
USD 200 » Gastos diversos






























